segunda-feira, 16 de março de 2015

Terremoto de magnitude 6,3 atinge noroeste da Argentina

Buenos Aires - Um terremoto de magnitude 6,3 atingiu o noroeste da Argentinanesta segunda-feira, informou o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS, na sigla em inglês), mas não houve relatos imediatos sobre vítimas.
O tremor aconteceu 93 quilômetros a noroeste de San Luís, que fica sob as montanhas dos Andes, a uma profundidade de 184 quilômetros, de acordo com dados do USGS.
O jornalista local Alejandro Costanzo disse que os tremores não foram sentidos com muita intensidade na cidade, mas tiveram duração prolongada. Ele disse que não viu danos de imediato em San Luís.
"Os prédios aqui são projetados para esse tipo de acontecimento", disse Costanzo à emissora de televisão TN, em San Luís, acrescentando que a região do entorno era pouco povoada.

Fóssil de cobra portuguesa é dos mais antigos do mundo



Foi encontrada numa mina perto de Leiria nos anos 1970. Daí viajou para a Alemanha, onde esteve até regressar a Portugal em 2008. Desde então tem sido estudada pela equipa de um paleontólogo canadiano, que agora a incluiu na lista dos fósseis de cobras mais antigos que se conhecem.



                                      Eis a Portugalophis lignites

No artigo na Nature Communications, a equipa de Michael Caldwell, da Universidade de Alberta, no Canadá, classifica os fósseis da cobra da Guimarota como uma espécie e, mais ainda, um género novos para a ciência. O nome: Portugalophis lignites. O género Portugalophis significa “cobra de Portugal”, uma vez que ophis é “cobra” em grego, e lignites vem da palavralignum em latim, remetendo para a mina de lenhite da Guimarota.

Era a maior das quatro cobras descritas, estimando-se que tivesse 1,2 metros de comprimento e, segundo a agência Reuters, pode ter incluído na dieta os minúsculos mamíferos primitivos do Jurássico, bem como pequenos dinossauros, lagartos, aves ou rãs. Numa ilustração divulgada pela equipa, surge representada em cima de um gingko, árvores do Jurássico que ainda existem hoje e que fizeram parte da paisagem da Bacia Lusitânica.

Cartas Geológicas


Carta geológica é um mapa onde são encontradas informações geológicas. Numa carta geológica devem ser mostradas informações sobre o que está por baixo da superfície terrestre. Podemos, então, representar numa carta geológica o seguinte: Tipo, idade relativa e localização das diferentes formações geológicas; Tipo e localização do contacto entre os diferentes tipos de litologia; Tipo e localização dos depósitos de superfície; Direcção e inclinação das rochas estratificadas; Tipo e localização de aspectos relacionados com a deformação das rochas; Base topográfica que serve de apoio à cartografia geológica. As cartas geológicas de hoje devem também representar: A coluna estratigráfica que relaciona as várias unidades em termos cronológicos, colocando em evidência o tipo de contacto e a eventual existência de descontinuidade entre elas o(s) perfil(s) interpretativo(s) definido(s) segundo direcções que permitem uma melhor interpretação das principais estruturas geológicas existente em certa região. Por isso, sabe-se que as cartas geológicas são uteis para: A prospecção e exploração de recursos energéticos, minerais; A prospecção e exploração de águas subterrâneas; a selecção e caracterização de locais para a implantação de grandes obras de engenharia; Estudos de caracterização e preservação do ambiente; Estudos de previsão e de prevenção de fenómenos naturais, como, por exemplo,

A glaciação na Serra da Estrela

     Os glaciares da Serra da Estrela deixaram diversos depósitos sedimentares que caracterizam toda a paisagem do maciço e tornam inequívoca a existência da própria glaciação. Formações geológicas típicas associadas à morfogénese glaciária parecem estar na base de alterações nas condições ecológicas, que se reflectem na flora e na vegetação, nomeadamente ao nível de variações no declive; orientação das vertentes ao sol e aos ventos; existência ou não de rególitos e de depósitos sedimentares.


Vale em "U" do Zêzere


Moreias
Reflexão:
     Nesta noticia fala de uma região que é mais próxima de nós e apresenta os sinais de glaciação em toda a sua área. 

Glaciares

     Para um geólogo, um bloco de gelo é uma rocha, uma massa de grãos cristalinos do mineral gelo. Tal como a maioria das rochas, o gelo é duro mas é muito menos denso do que a maioria das rochas. A rocha é formada à medida que os flocos de neve espaçados sofrem diagénese e recristalizam numa massa sólida. 
A característica incomum do gelo enquanto mineral é a sua temperatura de fusão extremamente baixa, centenas de graus abaixo das temperaturas às quais a maioria dos minerais se liquefaz.

     Os glaciares são massas de gelo em terra firme que apresentam provas de movimento actual ou antigo. Dividimos os glaciares com base no tamanho e na forma em dois tipos básicos: os glaciares de vale ou alpinos e os glaciares continentais ou inlandsis. 

     Os glaciares de vale ou glaciares alpinos são rios de gelo que se formam nas partes mais altas das cordilheiras montanhosas onde a neve se acumula, geralmente em vales pré-existentes, fluindo ao longo dos mesmos. A maioria destes glaciares ocupa a largura total do vale e pode afundar a sua base rochosa sob centenas de metros de gelo.

Fonte: geologia12.blogs.sapo.pt         


     Os glaciares continentais são muito maiores do que os glaciares de vale que são constituídos por um manto de gelo extremamente lento, daí também o seu outro nome de inlandsis. Os maiores inlandsis actualmente são os que cobrem grande parte da Gronelândia e da Antárctida. O gelo glaciar da Gronelândia e da Antárctida não se encontra confinado aos vales de montanha, mas cobre praticamente toda a sua superfície sólida.
Fonte: fisica2100forumeiros.com        


Reflexão:

     No âmbito da disciplina de Geologia e do estudo dos glaciares, achamos por bem colaborar com os leitores do nosso blog esta informação que nos agrada particularmente. De facto, os glaciares são enormes massas de gelo maravilhosamente espantosas. Têm um grande poder erosivo e transformam por completo qualquer paisagem.

Fontes:
- geodinamica.no.sapo.pt        

Cartas Topográficas: O que são?



     Carta topográfica é a representação, em escala, sobre um plano dos acidentes naturais e artificiais da superfície terrestre de forma mensurável, mostrando as suas posições planimétricas e altimétricas. A posição altimétrica ou relevo é normalmente determinada por curvas de nível, com as cotas referidas ao nível do mar.
    Assim, carta topográfica é o documento que representa, de forma sistemática, geralmente em escalas entre 1:100.000 e 1:25.000, a superfície terrestre por meio de projeções cartográficas.
     Cartas topográficas não são mapas, embora tenham com esses muitas semelhanças. Ao contrário dos mapas, que representam certas porções bem definidas do espaço terrestre, como cidades, estados, mares, países, cujos limites são físicos ou políticos; os limites de uma carta topográfica são matemáticos, geralmente meridianos e paralelos.
É elaborada a partir de aerofotogrametria. Acidentes naturais e artificiais onde elementos planimetricos(obra) e altimetricos(relevo) são geometricamente bem representados.



Fonte:http://pt.wikipedia.org/wiki/Carta_topogr%C3%A1fica


Construção de perfis topográficos e cortes geológicos

Carta geológica


Na carta geológica, sendo uma representação bidimensional, podemos localizar com facilidade a existência de dobras, falhas, cavalgamentos; contudo, não temos uma imagem precisa do que existe em profundidade.





A construção de cortes geológicos é uma técnica que consiste na representação gráfica da secção de terrenos que são intersectados por um plano, geralmente vertical.
Para realizar um determinado corte geológico, é necessária, em primeiro lugar, a construção do perfil topográfico. Um perfil topográfico é uma representação bidimensional que permite visualizar o relevo ao longo de uma linha traçada sobre a carta, geralmente um segmento de recta.

Perfil geológico
Após a construção do perfil topográfico podemos realizar cortes geológicos segundo a mesma linha recta traçada sobre a carta . A realização de um corte geológico permite visualizar a disposição e a relação entre as diferentes litologias que se encontram em profundidade.

 
Construção do corte geológico

No final, estabelecem-se os encontros de limites e correlacionam-se as várias camadas, para obter um resultado coerente com a representação cartográfica observada e analisada no map
a.


Reflexão: a realização de cortes e perfis geológicos é um método fácil de usar e que ajuda na construção de cartas geológicas.

Fonte: http://geoexploracao.blogspot.pt/2012/02/contrucao-de-perfis-topograficos-e.html